Artistas da Ilha do Ferro
Os moradores falam em mais de 100 artistas, a maioria com ateliê dentro de casa. Estes são alguns dos nomes mais citados por quem conhece a Ilha, da velha guarda à nova geração. A melhor forma de conhecer os outros é andar pelas ruas: placas na fachada indicam onde mora um artista.
Seu Fernando
O marco inicial da arte em madeira da Ilha, com bancos e cadeiras de galhos e raízes.
Vavan
Pavões, sereias, reis e carrancas nas cores mais intensas da Ilha.
Zé Crente
Máscaras de bichos em cores fortes, pintadas em família.
Petrônio
Máscaras assustadoras, "fofoqueiras" na janela e bonecos de gravetos.
Mestre Aberaldo
Figuras humanas em grandes troncos e bancos com cabeça.
Valmir Lessa
As cadeiras de encosto de galhos, símbolo da Ilha, no ateliê de Seu Fernando.
Cícero e Salvinho
Dois irmãos, esculturas e móveis pintados, um no brilho e outro no fosco.
Dona Morena
A bonequeira mais antiga da Ilha, nascida em 1926.
Camille Rodrigues
Neta de Seu Fernando e a primeira mulher a esculpir madeira na Ilha.
Vieira
Homens-pássaros e figuras minuciosas, em madeira policromada.
Dedé
Artista e barqueiro, com peças feitas de restos de barcos e galhos.
Roxinha Lisboa
Pintura com humor e frases escritas como se fala, em Lagoa de Pedra.
Boioio
Totens, sereias, camaleões e bonecos-peixe de madeira.
Gedson e Carol
Um casal e a madeira da própria terra, em peças de precisão e delicadeza.
E as bordadeiras?
O Boa Noite é feito por dezenas de mulheres, muitas organizadas na Cooperativa Art Ilha. Conheça o bordado e a cooperativa.
Mais nomes para procurar
Genauro e suas árvores com passarinhos, Yang da Paz e as bailarinas de galhos, Vandinho e as miniaturas, Farias, Boró Sandes, Marquinhos, Jailton e Jamille, Caboco e as gaiolas, Bedeu, Nonô, Ruciel e Gonçalves. Nos povoados vizinhos, Clemilton e Amilton, em Mata da Onça, e Beto de Meirus, com o couro, em Pão de Açúcar.